quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Ode ao gramado e a árvore

Nem tinta,
nem reboco.
Só escuro,
só sufoco.

Nem luz,
nem ar puro,
só concreto
e escuro.

Nem flores,
nem criança.
fica saudade,
fica lembrança.

Talvez me acostume,
talvez viva sem ela.
Não como era antes.
Lá se foi minha janela.